Bom Dia Meninas e Meninos
Bom dia galerinha da blogsfera, como vão vocês???
Mais uma semana se iniciando e um novo mês também. Digamos que posso dizer que é o meu mês predileto porque farei niver. Vou comemorar 30 anos e muito feliz, afinal tenho saúde, uma linda família, amigos, inteligência e muitas outras coisas que me fazem lembrar que sou uma privilegiada.
RA
Outro mês que termina e mais um que mantenho meu peso, 51kg cravados na balança. Este mês completo 6 meses em manutenção e posso dizer que apesar de muito chato é bom quando atingimos nossos objetivos, principalmente porque a eliminação do peso extra me fez ganhar mais auto-estima e muito mais saúde.
AF
Continuo fazendo meus abdominais, mesmo sendo pouco já é grande coisa, kkk. Quem sabe quando esquentar mais eu resolva dar uma caminhadinha na rua, mas por enquanto fico feliz de pelo menos estar fazendo isso.
Estudos
Terminei mais um trimestre da facul e com boas notas. Fico feliz porque minhas noites sem dormir e meus dias afastada das coisas que gosto de fazer valeram a pena. Agora é esperar iniciar o último trimestre do ano. O outro curso que estou fazendo está legal. Em janeiro farei mais horas pra terminar o curso antes, mas até lá sigo com minhas duas horinhas semanais.
Bom acho que por hoje era isso. Vou mas deixo pra vocês mais uma matéria interessante.
Para perder peso de forma definitiva, é preciso "emagrecer" também a mente
Terapia comportamental-cognitiva deve ser parte fundamental do tratamento contra obesidade
Dietas, exercícios, remédios e procedimentos bariátricos para a restrição alimentar são as formas mais comuns e eficazes de tratar a obesidade. No entanto, não é raro haver casos de insucesso no processo de emagrecimento, principalmente, quando a mudança de pensamento e comportamento são deixados de lado ao longo do tratamento.
A ansiedade é apontada regularmente como uma das principais causas da obesidade, mas, de acordo com a psicóloga especialista em terapia comportamental-cognitiva e transtornos alimentares, Marilice Rubbo de Carvalho, frequentemente, a questão é mais complexa e envolve outros transtornos.
Sentimentos como tristeza, raiva e frustração também levam o indivíduo a buscar na alimentação uma fuga e, nestes casos, a redução definitiva de peso torna-se mais difícil. Segundo a especialista, quando isto ocorre, a terapia comportamental-cognitiva é parte fundamental do tratamento, atuando na busca da modificação de pensamentos disfuncionais associados aos hábitos do paciente, como o aprendizado sobre seu comportamento alimentar e entendimento dos sentimentos e pensamentos que o levam a comer.
A terapia tem ainda como objetivo gerenciar as emoções do paciente, como melhorar sua autoestima, reforçar e motivar a importância das mudanças de hábitos, reações de estresse, ansiedade e compulsão alimentar.
— Alguns sentimentos são comuns na maioria dos casos, às vezes provocados por traumas e crenças que geram baixa autoestima, sensação de inferioridade, infelicidade — revela a psicóloga.
O tratamento com a terapia não deve ser direcionado somente às pessoas que desejam mudar de comportamento e entender sua relação com a obesidade, mas também para aquelas que recorrem às cirurgias de redução de estômago e medicamentos inibidores de apetite.
— É essencial que, antes de iniciar algumas estes tratamentos, o paciente realize um trabalho de mudança cognitiva comportamental para se preparar para uma transformação na alimentação posterior a estes procedimentos e manter toda a programação necessária para manter o peso — explica.
Segundo a psicóloga, quem precisa emagrecer deve além de fazer acompanhamento psicológico, incluir na sua rotina algumas atitudes de administração do tempo e monitoramento da fome, além de estar ciente das vantagens de perder peso.
A ansiedade é apontada regularmente como uma das principais causas da obesidade, mas, de acordo com a psicóloga especialista em terapia comportamental-cognitiva e transtornos alimentares, Marilice Rubbo de Carvalho, frequentemente, a questão é mais complexa e envolve outros transtornos.
Sentimentos como tristeza, raiva e frustração também levam o indivíduo a buscar na alimentação uma fuga e, nestes casos, a redução definitiva de peso torna-se mais difícil. Segundo a especialista, quando isto ocorre, a terapia comportamental-cognitiva é parte fundamental do tratamento, atuando na busca da modificação de pensamentos disfuncionais associados aos hábitos do paciente, como o aprendizado sobre seu comportamento alimentar e entendimento dos sentimentos e pensamentos que o levam a comer.
A terapia tem ainda como objetivo gerenciar as emoções do paciente, como melhorar sua autoestima, reforçar e motivar a importância das mudanças de hábitos, reações de estresse, ansiedade e compulsão alimentar.
— Alguns sentimentos são comuns na maioria dos casos, às vezes provocados por traumas e crenças que geram baixa autoestima, sensação de inferioridade, infelicidade — revela a psicóloga.
O tratamento com a terapia não deve ser direcionado somente às pessoas que desejam mudar de comportamento e entender sua relação com a obesidade, mas também para aquelas que recorrem às cirurgias de redução de estômago e medicamentos inibidores de apetite.
— É essencial que, antes de iniciar algumas estes tratamentos, o paciente realize um trabalho de mudança cognitiva comportamental para se preparar para uma transformação na alimentação posterior a estes procedimentos e manter toda a programação necessária para manter o peso — explica.
Segundo a psicóloga, quem precisa emagrecer deve além de fazer acompanhamento psicológico, incluir na sua rotina algumas atitudes de administração do tempo e monitoramento da fome, além de estar ciente das vantagens de perder peso.
BEM-ESTAR
Grande Beijo e Linda Segunda












